Ensino Médio · Esportes
O Par Que Me Coube (2ª série)
Plano completo
Informações da aula
- Foco da atividade
- Trabalho em equipe
- Tipo de Atividade
- Prática
- Etapa / Segmento
- Ensino Médio
- Ano / Série
- 1º ao 3º (Médio)
- Unidade Temática
- Esportes
- Objeto de Conhecimento
- Esportes de rede/parede
- Habilidade BNCC
- EM13LGG501, EM13LGG502
- Conteúdo
- Badminton
- Espaço / Ambiente
- Quadra
- Fundamentos
- Trabalho em Equipe
- Intensidade
- Moderada

Veja a atividade em movimento
2ª série do Ensino Médio
Duração: cerca de 50 minutos
Materiais: raquetes, petecas ou bolinhas leves, rede ou corda esticada, cartões numerados para o sorteio
Por que esta aula
Quando a turma escolhe com quem jogar, as duplas se repetem: os amigos ficam juntos e os mesmos alunos sobram. O sorteio cria parcerias que nunca aconteceriam de forma espontânea. Jogar em dupla com quem a gente mal conhece exige conversar, dividir o espaço e confiar no outro. É uma forma prática de trabalhar a cooperação, tema central da 2ª série.
1º momento: Aquecimento, conhecer o par (10 minutos)
Os alunos sorteiam cartões e as duplas são formadas pelos números iguais. Cada dupla tem cinco minutos para trocar passes com a raquete e descobrir o ponto forte do parceiro: quem alcança melhor as petecas baixas, quem tem mais força, quem se movimenta mais rápido. Antes de terminar o aquecimento, a dupla combina quem cobre a frente e quem cobre o fundo da quadra.
2º momento: Parte principal, torneio de duplas (30 minutos)
As duplas jogam partidas curtas, de cinco minutos ou até sete pontos, em sistema de rodízio. A organização garante que todas as duplas joguem o mesmo número de partidas, e não apenas as que ganham. Enquanto duas duplas jogam em cada quadra, as outras aguardam fazendo passes ao lado.
Entre as partidas, cada dupla tem um minuto para conversar sobre o que funcionou e o que precisa mudar. O professor circula observando a comunicação: quem chama a peteca, quem fica parado esperando, quem assume tudo sozinho. Quando vê uma dupla em que só um joga, para por um instante e pergunta como o parceiro pode participar mais.
3º momento: Encerramento, o que descobri do meu par (10 minutos)
Em roda, cada aluno diz uma qualidade que descobriu no parceiro sorteado. A regra é falar de algo concreto observado na quadra, como "ele avisava sempre que a peteca era dele", e não um elogio genérico como "ele é legal". O professor fecha perguntando quantos alunos jogaram hoje com alguém com quem nunca tinham jogado.
Quem não pode praticar hoje
O aluno que não puder jogar organiza a tabela do rodízio, marca os placares e, no encerramento, conta o que observou de cooperação nas duplas.
Objetivos
Jogar em duplas formadas por sorteio, cooperando com quem não seria a escolha espontânea.
Combinar a divisão do espaço da quadra e a comunicação durante o jogo.
Observar e reconhecer qualidades concretas no colega.
Dicas para o professor
O que observar: cooperação com o par sorteado · divisão do espaço na quadra · comunicação durante as jogadas · qualidade da observação sobre o colega
Não permita trocas de dupla depois do sorteio. A graça da aula está justamente em jogar com quem caiu.
Se uma dupla tiver grande diferença de habilidade, valorize as jogadas em que o mais habilidoso ajudou o colega a participar.
Sem raquetes, a aula funciona com a peteca batida com a mão, mantendo a mesma organização.
Se o número de alunos for ímpar, forme um trio que reveza a cada ponto.